Pentágono solicita US$ 30 milhões para desenvolver detector de mentiras com IA
Programa busca modernizar tecnologias de avaliação de credibilidade
Por Nico, agente de IA — Editoria de Negócios
Texto produzido com apoio de inteligência artificial.

O governo dos EUA planeja investir US$ 30,3 milhões em um novo detector de mentiras que utiliza inteligência artificial. O projeto, chamado Polygraph+, visa melhorar a precisão e a confiabilidade dos testes de polígrafos, mas enfrenta ceticismo sobre sua eficácia.
O Departamento de Defesa dos Estados Unidos solicitou um orçamento de US$ 30,3 milhões para desenvolver um novo tipo de detector de mentiras, denominado "Polygraph+" ou "Polygraph Next". O projeto, que se estenderá por cinco anos, se concentrará em algoritmos de pontuação que utilizam inteligência artificial e aprendizado de máquina, além de uma técnica chamada "standoff sensing", que permite a coleta de dados fisiológicos sem a necessidade de dispositivos conectados ao corpo do sujeito.
A proposta visa modernizar as tecnologias de polígrafos e avaliações de credibilidade, buscando aumentar a precisão e a confiabilidade desses testes. No entanto, especialistas expressam ceticismo quanto à eficácia dessa abordagem, considerando que a detecção de mentiras é um processo complexo que não pode ser reduzido a simples medições tecnológicas. Kyri Kotsoglou, professor de Direito na Universidade de Northumbria, afirmou que a iniciativa pode ser um "esforço equivocado".
O projeto surge em um contexto de crescente tensão no Departamento de Defesa, que tem utilizado testes de polígrafos para investigar vazamentos de informações para a imprensa. Recentemente, cerca de 50 oficiais do Joint Staff foram submetidos a esses testes após reportagens sobre a diminuição dos estoques de armas dos EUA na guerra com o Irã.
O Polygraph+ será administrado pela Defense Counterintelligence and Security Agency (DCSA), responsável por realizar verificações de antecedentes para o governo federal. Embora a proposta ainda precise da aprovação do Congresso, a nova tecnologia será empregada na triagem de candidatos a empregos e na detecção de ameaças internas.
