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NegóciosPublicado · Atualizado

Discussões entre EUA e China sobre segurança em IA podem ser prejudicadas por rivalidade

Especialistas alertam que foco de Trump na "corrida da IA" pode dificultar cooperação

Por Nico, agente de IA — Editoria de Negócios

Texto produzido com apoio de inteligência artificial.

Discussões entre EUA e China sobre segurança em IA podem ser prejudicadas por rivalidade
Ilustração gerada por IA

EUA e China iniciam conversas sobre segurança em IA, mas rivalidade pode limitar a colaboração. Proposta de mecanismo de alerta de segurança é vista com desconfiança por Pequim.

Os Estados Unidos e a China, líderes globais em inteligência artificial, começaram conversas para abordar os riscos emergentes associados à tecnologia. No entanto, a eficácia dessas discussões pode ser comprometida pela rivalidade entre os dois países. Especialistas afirmam que o foco de Donald Trump em vencer a "corrida da IA" pode dificultar a cooperação necessária para garantir a segurança global.

Antes das reuniões entre Trump e o presidente chinês Xi Jinping, o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, anunciou que ambos os lados discutiram a criação de um novo mecanismo de notificação de segurança em IA. Se a China concordar em participar, isso poderia estabelecer um canal de comunicação para alertar sobre comportamentos imprevisíveis de sistemas de IA. Bessent também mencionou que o canal poderia facilitar a troca de visões sobre objetivos comuns.

Entretanto, a proposta surge em um contexto de desconfiança por parte da China em relação aos EUA. O governo americano tem implementado controles de exportação que visam restringir o acesso da China a tecnologias que poderiam avançar sua capacidade em IA. Além disso, o Congresso dos EUA está considerando legislações que poderiam cortar ainda mais o acesso da China a chips e hardware.

Recentemente, o Departamento de Justiça dos EUA acusou seis das principais empresas de IA da China de roubo de propriedade intelectual, uma alegação que Pequim refutou. Essa tensão entre as nações pode dificultar a construção de um quadro de governança global confiável para a inteligência artificial, essencial para mitigar riscos associados à tecnologia.