A Alemanha enfrenta um desafio na robótica, com uma relação de 14 robôs chineses para cada robô alemão. O país busca aumentar investimentos para melhorar sua competitividade no setor.
Um novo robô saltitante foi desenvolvido com base no conceito de propulsão por hastes elásticas torcidas, semelhante a brinquedos infantis. Essa tecnologia pode abrir novas possibilidades em robótica e mobilidade.
A Hugging Face publicou um guia sobre como utilizar o NVIDIA Warp e o MjWarp, destacando suas aplicações na simulação e aprendizado em robótica. As ferramentas visam otimizar processos e melhorar a eficiência dos desenvolvedores.
A escassez de dados de treinamento está dificultando o avanço dos robôs humanoides, que não conseguem acessar informações da internet como os modelos de IA.
A Skild AI, com apoio da Nvidia, desenvolveu uma tecnologia que permite que robôs aprendam novas tarefas a partir de um único vídeo. Essa inovação pode acelerar a adoção de robôs em diversas aplicações práticas.
A Arduino, agora sob a Qualcomm, lançou a placa VENTUNO Q, uma plataforma de IA que visa simplificar o desenvolvimento em robótica, combinando um processador Qualcomm com um microcontrolador STM32H5.
No RoboBusiness 2026, líderes de empresas como Agility e Apptronik discutirão a evolução dos robôs humanoides e os desafios para sua adoção em ambientes industriais.
A Qualcomm adquiriu a PickNik Robotics, desenvolvedora do framework MoveIt, e planeja integrar suas plataformas Dragonwing e Arduino. A empresa promete manter o MoveIt como uma ferramenta open-source, facilitando o desenvolvimento em robótica.
Nagesh Puppala, da Intel, apresentará no RoboBusiness sobre a infraestrutura essencial para a implementação de IA física em robôs e sistemas autônomos, destacando a importância de uma base de implantação prática.
No RoboBusiness 2026, especialistas discutem os desafios enfrentados por robôs externos e como superá-los, abordando engenharia, manutenção e eficiência operacional.
A NVIDIA lançou o Isaac ROS 5.0, que introduz novos fluxos de trabalho com agentes de IA, visando acelerar o desenvolvimento de aplicações robóticas. A atualização já é utilizada por empresas como Intrinsic e Flexiv.
O robô humanoide Iron, da XPENG, deu seus primeiros passos após sair da linha de montagem, sem controle remoto. A empresa planeja iniciar a produção em massa do robô até o final do ano, utilizando processos automatizados e experiência da divisão automotiva.
A Toyota começou a treinar robôs humanoides com a ajuda de seus trabalhadores, visando implantar 400 mil robôs em suas fábricas. A empresa afirma que a iniciativa não tem como objetivo substituir os humanos, mas sim complementar a força de trabalho.
A AstroForge anunciou que sua próxima sonda espacial, Autonomy-1, será gerenciada por um modelo de IA baseado em transformador, visando maior autonomia nas operações.
A competição Indy Autonomous Challenge em Laguna Seca marcou a primeira vez que carros autônomos se ultrapassaram em um circuito. A equipe Unimore Racing, da Universidade de Modena, foi a vencedora do evento, que contou com nove equipes universitárias.
Desativar robôs humanoides envolve um processo técnico complexo, que vai além da simples reciclagem. A indústria enfrenta desafios significativos sobre o que fazer com essas máquinas ao final de sua vida útil.
A Hirebotics introduziu melhorias em seus robôs colaborativos, permitindo que eles operem em linhas de produção móveis e alcancem materiais grandes, sem alterar fluxos de trabalho existentes.
A robótica está se expandindo com foco em soluções práticas para negócios, segundo Teddy Haggerty, CEO da Robo Inc. A empresa busca redefinir a conexão entre robótica, manufatura e educação, priorizando um modelo local e voltado para soluções.
Um novo robô desenvolvido por pesquisadores da NYU Tandon consegue escalar inclinações e superar obstáculos. O robô, chamado WorMa, utiliza um sistema de deslocamento de água entre a cabeça e a cauda para aumentar a tração e reduzir o custo de transporte em até 33%.
O robô Digit 5 da Agility Robotics é capaz de interagir com humanos sem riscos, adotando posturas de segurança. Essa inovação pode ampliar o uso de robôs em fábricas e armazéns.
A Unitree Robotics, sob a liderança de Wang Xingxing, se destaca na produção de robôs humanoides acessíveis. Seu estilo de micromanagement, no entanto, pode ser mais adequado para startups do que para uma empresa em rápido crescimento.
Um usuário compartilha sua experiência com um robô cão da Unitree, que chamou a atenção nas ruas. O robô, que custa US$ 4.000, gerou curiosidade e interações com transeuntes, além de reações de cães biológicos.
O Gemini Robotics ER 2, da Google DeepMind, avança na colaboração entre robôs, permitindo que eles entendam vídeos e orquestrem tarefas de forma mais eficiente. Essa inovação pode transformar aplicações robóticas no mundo real.