O olfato desempenha um papel crucial na manutenção da privacidade, ajudando a distinguir entre o mundo real e o virtual, em um contexto de crescente presença da inteligência artificial.
O pesquisador Toby Ord analisa o aumento da ansiedade em relação aos riscos existenciais que a inteligência artificial pode representar para a humanidade. A discussão destaca a necessidade de uma abordagem cautelosa no desenvolvimento dessas tecnologias.
O psicólogo Cristiano Nabuco alerta que o uso da inteligência artificial pode ter um 'pedágio' cognitivo no futuro, afetando a forma como pensamos e interagimos com a tecnologia.
Especialistas analisam como a inteligência artificial generativa altera a maneira como realizamos tarefas e pensamos. A tecnologia, embora traga facilidades, também levanta questões sobre a dependência e a capacidade cognitiva dos usuários.
A Google criou uma tecnologia para marcar proteínas projetadas por inteligência artificial, visando melhorar a biosegurança. Essa inovação surge em um contexto de preocupações com o uso indevido de ferramentas de design de proteínas.
Uma pesquisa recente combina técnicas de inteligência artificial e acústica para entender como as tumbas etruscas, como a Tumba dos Demônios Azuis, foram projetadas para criar experiências sensoriais imersivas, influenciando os vivos e não apenas abrigando os mortos.
Uma imagem de uma víbora Gaboon, nativa da África, que supostamente foi fotografada na Califórnia, foi gerada por inteligência artificial. O caso levanta questões sobre a veracidade de imagens na era digital.
Um economista de Princeton utilizou tecnologia de IA para simular o pensamento de John Maynard Keynes sobre o impacto da IA na sociedade e no trabalho, refletindo sobre previsões feitas há quase um século.
A Google DeepMind lançou o SynthID Bio, uma prova de conceito que permite a marcação de proteínas geradas por inteligência artificial, mantendo sua função biológica. Essa inovação pode ter implicações significativas na pesquisa e desenvolvimento de biotecnologia.
Um novo sistema de inteligência artificial desenvolvido por pesquisadores do MIT e outras instituições venceu jogadores de Stratego, um jogo de estratégia com informações ocultas. Essa IA pode ser aplicada em decisões militares e negociações empresariais.
No TechCrunch Disrupt 2026, Andrew Feldman, CEO da Cerebras Systems, discutirá a crescente demanda por computação e energia, além de como a empresa está lidando com essas limitações e o que pode acontecer se o hardware atual de IA atingir seus limites.
Bill Gates declarou em entrevista que a inteligência artificial, se não for controlada, pode levar a um bilhão de mortes. A afirmação levanta questões sobre o papel da tecnologia na sociedade atual e suas implicações.
No livro 'Intimidade Artificial', Sherry Turkle adverte que a busca por conforto em dispositivos de IA pode comprometer nosso bem-estar e a democracia.
Um economista de Princeton utilizou inteligência artificial para explorar como John Maynard Keynes poderia ver o impacto da tecnologia no trabalho hoje. A análise reflete sobre previsões feitas por Keynes há quase um século.
Um economista de Princeton usou IA para recriar John Maynard Keynes e explorar suas previsões sobre tecnologia e trabalho. A iniciativa visa discutir como Keynes veria a inteligência artificial e seu impacto na sociedade moderna.
A inteligência artificial está mudando a forma como a medicina é praticada, permitindo tratamentos mais personalizados e eficazes. Isso pode impactar significativamente a experiência dos pacientes e a eficácia dos tratamentos.
Estudo revela que modelos de IA, como Claude Mythos Preview e GLM-5.3, apresentam avanços em segurança cibernética, com controle de fluxo em 6% e 4% dos testes, respectivamente.
Um novo estudo investiga como a inteligência artificial pode impactar o desenvolvimento cognitivo humano, levantando questões sobre a dependência da tecnologia.
Pesquisadores de IA, incluindo ex-funcionários da OpenAI e Google, discutem os riscos da superinteligência em novas entrevistas. Eles alertam que a IA pode representar uma ameaça à sobrevivência humana, com chances de extinção sendo comparadas a um jogo de moeda.
A era da inteligência artificial traz desafios significativos para a atribuição de autoria em pesquisas científicas, dificultando a identificação de contribuições individuais.
A Anthropic está trabalhando para integrar princípios morais em seu modelo de IA, Claude, através de consultas com líderes religiosos, incluindo do Vaticano. Essa abordagem levanta questões sobre a ética na inteligência artificial.
A Anthropic tem se reunido com estudiosos religiosos para discutir a moralidade em seus modelos de IA, incluindo Claude, e avaliar a possibilidade de consciência.